Livros Publicados

Livros editados e organizados pelas colaboradoras do Margens (2010-2020/1*):

 

SAMPAIO, R. B. S; OLIVEIRA, C. F. B; NEVES; A. L. M.; THERENSE, M.; BEIRAS, A. (Org.) Psicologia Social Jurídica: Novas perspectivas da psicologia na interface com a justiça. 1. ed. Curitiba: Editora CRV, 2020. 426 p. 

A obra apresenta temas que permitem a atualização do debate sobre a Psicologia na interface com a Justiça. Constitui-se como um convite ao leitor a atentar às práticas da perspectiva da Psicologia Social Jurídica; articular os marcadores sociais da diferença, como gênero e raça, à problemática da violência; densificar a discussão sobre criminologia crítica, famílias e parentalidades; bem como situar-se diante dos desafios éticos e políticos que circundam a formulação e efetivação de políticas públicas. Recomenda-se a leitura aos psicólogos e a todos aqueles que possuem interesse na compreensão das demandas que chegam ao Sistema de Justiça.

Adquira a obra

BEIRAS, A.; NASCIMENTO, M. (Org.) . Homens e Violência contra Mulheres. Pesquisas e Intervenções no Contexto Brasileiro. 1. ed. Rio de Janeiro: Instituto Noos, 2017. v. 1. 280 p.

Por que analisar, refletir e problematizar o homem autor de violência? Porque ele representa, na sua dimensão física e simbólica, a outra ponta da mesma equação, o outro ator na dinâmica das relações de gênero, o outro contendor no campo de batalha da violência doméstica. A leitura desse livro nos aproxima de forma crítica, por meio de análises competentes, de uma melhor compreensão das várias iniciativas voltadas para os homens autores de violência e para a desconstrução da prevalência de padrões violentos e desiguais nas relações interpessoais, naturalizados e aceitos pela sociedade, os quais constituem um elemento fundamental na persistência da violência contra as mulheres.

Leia a resenha

Adquira o livro

SOUZA, M. A. Experiência da Lei e a Lei da Experiência – ensaios sobre práticas sociais e subjetividades no Brasil. 01. ed. Florianopolis: Editora da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina., 2016. v. 01. 218p.

A inscrição do projeto liberal no país, em plena vigência do regime escravocrata, possibilitou o estabelecimento de todo um aparato jurídico e institucional, dissociado da experiência e da vivência da maioria dos brasileiros. Esse contexto orienta o entrelaçamento de normas gerais e impessoais, com relações familiares e de amizades, marcando a constituição da rede social nacional.Partindo destes pressupostos, a obra analisa práticas sociais e episódios recentes da vida nacional, investigando a economia moral e a articulação do público e do privado. São abordadas a prática do “jeitinho” e a do “favor”, e recentes situações da vida nacional, como o “episódio das antenas parabólicas” e a morte do piloto Ayrton Senna. Especificamente, procura-se explicar os sentidos atribuídos pelos brasileiros ao princípio da igualdade e a experiência com a lei e, que subjetividades estariam sendo produzidos nesse contexto.A experiência da lei e a lei da experiência aponta o fato de que os brasileiros demandam o princípio da igualdade, estando a demanda pela lei associada a uma específica economia moral na qual as práticas sociais funcionam como “locus” de vivência e elaboração das leis.

Adquira o livro

SOUZA, M.; MARTINS, F.M.C. (Org.) ; ARAUJO, J. N. G. (Org.). Violências e Figuras Subjetivas: investigações acerca do mal incontrolável. 1. ed. Florianopolis: Editora da UFSC, 2014. 309p .

A partir de uma visão multidisciplinar, 21 pesquisadores fazem um “esforço unificador” para propor saídas e entender as origens e causas do fenômeno da violência humana. O resultado o leitor encontra no livro Violências e figuras Subjetivas: investigações acerca do mal incontrolável, organizado pelos professores Mériti de Souza, Francisco Martins e José Newton Garcia de Araújo. Lançado pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), aborda um leque abrangente de questões que violam e ferem a dignidade e os direitos das pessoas e comunidades. Permeada por reflexões e pesquisas sobre violência no Brasil e no mundo, a obra fala de mutilações sexuais, migração, prisões, hospitais, gênero, mulher, escola, trabalho, história, morro, assim como de um humor que beira o sarcasmo. Segundo os organizadores, o objetivo é “compreender a violência no humano na sua diversidade”.

Adquira o livro

LAGO, M. C. S. (Org.) ; TONELI, M. J. F. (Org.) ; SOUZA, M. (Org.) . Sexualidade, gênero, diversidades. 1. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2013. v. 1. 279p .

Na presente coletânea, dentre tantas questões possíveis, debruçamo-nos em torno do que poderíamos chamar em algum momento de “desqualificado”. Buscamos oferecer visibilidade ao invisibilizado historicamente: jovens institucionalizados e/ou produzidos como delinquentes, a convivência com o HIV/Aids, mulheres deficientes físicas, paternidades negadas e/ou produzidas pelos dispositivos jurídicos, ações políticas e efeitos de subjetivação como na militância feminista, as políticas públicas como a do SUS e seus efeitos e implicações na subjetivação dos homens, mulheres violentadas e o aparato legal, práticas sexuais divergentes da heteronorma e das prescrições de cuidados, redes sociais e formas de controle.

Adquira o livro

MARTINS, S. (Org.) ; BEIRAS, A. (Org.) ; CRUZ, R. M. (Org.). Reflexões e experiências em psicologia jurídica no contexto criminal/penal. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2012.

A Psicologia Jurídica é uma área de conhecimento psicológico e um campo de intervenção profissional em plena expansão no Brasil. Sua história de contribuições é rica, controvertida e repleta de debates entre as várias disciplinas do mundo jurídico e das ciências humanas. As preocupações dos psicólogos com as questões do crime, da violência e do apenamento dos indivíduos remontam à história da psicologia aplicada ao campo jurídico da primeira metade do século XX. Desde então, o debate das ideias tem se tornando mais crítico, fecundo e incentivador de novas pesquisas e problemas teóricos. Este livro é fruto de reflexões e experiência de psicólogos que atuam no campo jurídico no Brasil e na Espanha sobre temas relevantes da Psicologia Jurídica aplicada ao campo criminal/penal: crime, violência, apenamento. A expectativa é de que ele possa contribuir na reflexão crítica e na formação profissional de psicólogos, estudantes e demais interessados nas contribuições da Psicologia Jurídica neste âmbito.

Adquira o livro

WINOGRAD, M. (Org.); SOUZA, M. (Org.) . Processos de Subjetivação, Clínica Ampliada e Sofrimento Psíquico. 01. ed. Rio de Janeiro: Faperj e Companhia de Freud, 2012. v. 01. 226p .

O campo dos saberes e das práticas psi no Brasil mudou. Nas últimas décadas, tornou-se imperioso analisar o impacto das novas de nomeação e de classificação do sofrimento no imaginário teórico dos profissionais, nas formas sociais de percepção do sofrimento psíquico, na ordenação das demandas dirigidas aos dispositivos de atenção à saúde mental e na própria consciência social acerca dos limites entre normalidade e doença, patologia e diferença, naturalidade e artificialidade.

Adquira o livro

 

SOUZA, M.; MARTINS, F.M.C. (Org.) ; ARAUJO, J. N. G. (Org.). Dimensões da violência: conhecimento, subjetividade, sofrimento psíquico. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011. v. 01. 281p .

O objetivo maior desta obra é trazer à tona a complexidade inscrita no fenômeno da violência, nas perspectivas do coletivo e do singular, agrupando algumas temáticas específicas, uma vez que os autores lançaram seu olhar para diversas direções.

Adquira o livro

 

 

 

TONELI, M. J. F.; MEDRADO, B. (Org.) ; TRINDADE, Z. A. (Org.) ; LYRA, J. (Org.) . O pai está esperando? Políticas públicas de saúde para a gravidez na adolescência. \. ed. Florianópolis: Mulheres, 2011. v. 1. 239 p.

O presente livro tem sua origem em uma iniciativa de pesquisa empreendida por núcleos acadêmicos de três universidades federais e uma organização não governamental que há vários anos vêm se debruçando sobre o tema da paternidade. Essa parceria de pesquisa, consolidada por meio de projetos comuns, seminários, jornadas e outros produtos e eventos, mostrou-se frutífera no que diz respeito à elaboração de um mapeamento.

Adquira o livro

 

TONELI, M. J. F. (Org.) ; LAGO, M. C. S.(Org.) ; BEIRAS, A. (Org.) ; CLIMACO, D. A. (Org.) . Atendimento a homens autores de violência contra as mulheres: experiências latino americanas. Florianópolis: UFSC/CFH/NUPPE, 2010. 280p .

O livro é resultado de uma pesquisa realizada por um grupo multidisciplinar de pesquisadores brasileiros vinculados ao Núcleo de Pesquisa MARGENS (Modos de Vida, Família e Relações de Gênero) da Universidade Federal de Santa Catarina em 22 programas de atendimento a homens autores de violência contra mulheres em seis países ibero-americanos. Dentre os programas acompanhados, foram selecionadas 12 entrevistas que preenchiam os requisitos estabelecidos. A leitura é indicada para profissionais que trabalham com gênero, família, violências, educadores, professores, profissionais da saúde, da justiça, psicólogos, psiquiatras, gestores públicos, e também a estudantes de graduação em diferentes áreas do conhecimento. 

Leia o resumo

CÓRDOVA, L. F. N. (Org.) ; TONELI, M. J. F. (Org.) ; TEIXEIRA, M. R. (Org.) ; SIMÃO, C. R. P. (Org.). Os 25 anos da delegacia da mulher de Florianópolis: impasses e perspectivas para a ‘base da pantera’. 1. ed. Florianópolis: UFSC/CFH/NUPPE, 2010. v. 1. 336p .

O livro, escrito por diversos autores, entre Policiais Civis, antropólogos e psicólogos, trata não apenas da História da Delegacia da Mulher da Capital, mas vários textos envolvendo a temática da violência contra a mulher e da evolução dos procedimentos realizados, no decorrer desses 25 anos, pela 6.ª Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso, também conhecida antigamente pelo codinome Pantera.

 

GROSSI, M. P. (Org.) ; LAGO, M. C. S. (Org.) ; NUERNBERG, A. H. (Org.) . Estudos In(ter)disciplinados Gênero, Feminismo, Sexualidade. 1. ed. Florianópolis: Editora Mulheres, 2010. v. 1. 432p .

O livro Estudos in(ter)disciplinados: gênero, feminismo, sexualidade é uma coletânea comemorativa dos 15 anos do Programa de PósGraduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) da UFSC e dos dez anos da área de concentração Estudos de Gênero. Os artigos que o compõem originaram-se das 15 primeiras teses defendidas, entre 2003 e 2009, nesta área de concentração do PPGICH e foram escritos pelos/as recém-doutores/as com seus/suas orientadores/as. O livro traz indicadores da produção brasileira de Gênero da última década, apontando caminhos percorridos nas pesquisas da área e lacunas a serem preenchidas. A organização da obra – que parte de aspectos mais conceituais e epistemológicos para os mais cotidianos – contribui para a compreensão do leitor leigo e para o aprofundamento dos já iniciados. É uma leitura recomendada para distintas disciplinas, e as discussões propostas permitem vislumbrar a aplicabilidade do conceito de Gênero em diversas áreas do saber e por meio de diferentes estratégias de pesquisa.

Leia o resumo

Coletânea do Núcleo Margens:

TONELI, M. J. F. (Org.) ; LAGO, M. C. S. (Org.) ; BEIRAS, A. (Org.) ; MULLER, R. C. F, (Org.) ; VAVASSORI (Org.) . Gênero e Pesquisa em Psicologia Social. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008. 271 p. 

O Núcleo de Pesquisa Modos de Vida, Família e Relações de Gênero – MARGENS foi criado em 1996, na UFSC. Este livro tomou forma com o encontro comemorativo dos dez anos do núcleo, em 2006. Dos trabalhos ali apresentados, 19 compõem esta coletânea. Abordam-se, entre outros, os seguintes temas: gênero e trabalho, adolescência, educação sexual, homoerotismo.

Adquira o livro

 

*Para obras de outros períodos e capítulos publicados, refira-se aos respectivos Lattes.